Monday, September 21, 2009

Ex-assessor de Michael Jackson diz que o cantor tirou a própria vida

Uma declaração polêmica de Shmuley Boteach, famoso rabino e apresentador de programas que assessorou Michael Jackson no começo da década, ao jornal israelense Ha’aretz trouxe mais rumores sobre a morte do cantor.

Segundo Boteach, contrariando as conclusões de homicídio da autópsia do Rei do Pop, Michael teria praticamente ‘se suicidado’, por tomar uma overdose de medicamentos que sabia serem letais.

“Michael sabia o que estava fazendo. Ele sabia que os remédios que estava tomando, naquela quantidade, poderiam matá-lo a qualquer momento”, contou Boteach.

O rabino ainda afirmou que diversas pessoas próximas ao astro o teriam alertado e tentado fazer com que parasse de se automedicar, mas ele sentia muitas dores e não as suportava.

“É muito triste e trágico ele ter vivido com tanta dor, e não ter conseguido pará-la”, completou o rabino.

E Boteach disse também que os médicos de Michael Jackson eram muito ‘questionáveis’ e o cantor vivia rodeado deles, pois sempre achava uma razão para tê-los por perto, como uma simples queda.

“Ele foi bom em sua vida e fez muitas pessoas felizes. Para muitas delas, foi muito especial. Mas também foi culpado de delitos muito graves, pelos quais merecia ter sido condenado se fosse culpado”, polemizou ainda mais o rabino.

Vale lembrar que Shmuley Boteach pertencia à lista de inimigos do cantor, revelada por Dieter Wiesner, ex-empresário de Michael Jackson, ao programa Entertainment Tonight.

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